capa

MERLEAU-PONTY EM FLORIANÓPOLIS

REFERÊNCIA

FREITAS, Claudinei Aparecido da Silva; MÜLLER, Marcos José (orgs). Merleau-Ponty em Florianópolis. Porto Alegre, Editora Fi, 2015. 399p.

 

 

Apresentação

Claudinei Aparecido de Freitas da Silva 11

Marcos José Müller

 

Discursos sobre imagem e movimento

 

A imagem entre ausência e precessão

Mauro Carbone 19

 

Toyi-Toyi: a dança de uma nação e a noção de liberdade em

Merleau-Ponty

Ida Mara Freire 37

 

A performance como representação da presença

Monclar Valverde 56

 

Discursos sobre Psicanálise

 

Merleau-Ponty e a dimensão estésica da clínica psicanalítica:

da intercorporeidade à co-corporeidade

Nelson Ernesto Coelho Junior 75

 

Notas introdutórias acerca do naturalismo freudiano e da

“Psicanálise da Natureza”

 

Gleisson Roberto Schmidt 99

A neutralização do corpo na história da psicanálise

Richard Theisen Simanke 125

 

Discursos sobre o literário

 

O páthos da linguagem: Merleau-Ponty e Clarice Lispector

Claudinei Aparecido de Freitas da Silva 171

 

Merleau-Ponty e o engajamento literário

Cristiano Perius 197

 

A fala falante: interlocuções entre Merleau-Ponty e Paulo

Leminski

Elizia Cristina Ferreira 218

 

Discursos sobre o corpo

 

Corpo, liberdade e angústia em Merleau-Ponty

Iraquitan de Oliveira Caminha 237

 

O tema do corpo em Marcel e Merleau-Ponty

Constança Marcondes Cesar 257

 

Encontros improváveis? A questão da corporeidade em

Merleau-Ponty e Michel Serres

Wanderley Cardoso de Oliveira 271

 

Discursos sobre ontologia

 

Merleau-Ponty e a estruturalidade da estrutura

Ericson Falabretti 299

 

Fenomenologia da vida contemporânea: a carne do mundo

Reinaldo Furlan 319

 

Gestalt como filosofia da Carne e os três registros da

experiência: imaginário, simbólico e real

Marcos José Müller 359

 

Informações sobre os autores 393

 

Cartaz do evento 399

 

 QUARTA CAPA

O que se pode criar, hoje, a partir do legado de Merleau-Ponty?

No Brasil, as  ideias  do filósofo  foram fundamentais para o educador social Paulo Freire conceber seu método de alfabetização de adultos. Da mesma forma, estão presentes nos diferentes trabalhos de artistas ligados ao movimento neoconcreto. Hélio Oiticica e Lygia Clark, nas artes plásticas, Ferreira Gullar na literatura e poesia são alguns exemplos muito expressivos.

Também na área clínica, psicólogos, psicanalistas e psiquiatras buscam, nas teses de Merleau-Ponty a respeito da experiência de percepção do “outro”, modelos para se pensar ocorrências como o desejo, a paixão e a pulsão.

As reflexões políticas de Merleau-Ponty sobre os paradoxos do socialismo real e do capitalismo baseado no consumo também inspiram a crítica aos regimes totalitários em todo o mundo, inclusive no Brasil, à época dos governos militares.

Este livro apresenta tenta mapear alguns dos efeitos continuados e contemporâneos das ideias de Merleau-Ponty, especialmente seu elogio à ambiguidade como autorização à tolerância e a solidariedade, pilares constitutivos das políticas e das práticas de inclusão social.

 

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http://www.editorafi.org/

femenologia y terapia

FENOMENOLOGÍA Y TERAPIA GESTALT

REFERÊNCIA
MÜLLER-GRANZOTTO, Marcos José & Rosane Lorena. Fenomenología y Terapia Gestalt. Santiago de Chile: Cuatro Vientos, 2009. 358p.

QUARTA CAPA
No fue su teorización lo que lanzó a la Terapia Gestalt al competitivo mercado de las psicoterapias. Fueron sus resultados y su aparente facilidad en manos de Fritz Perls y sus seguidores. Se trataba de darle voz a aquello que queríamos conocer, junto a una actitud expectante frente a los clientes y en donde la verdad se iba a encontrar mediante la entrega y compromiso en lo que el mismo cliente en su totalidad iba revelando ante un otro. Una rica y digestiva comida que quedaría entre los platos preferidos de todo aquel que la probase, pero sin una receta exacta, porque los ingredientes no son fácilmente reconocibles. En este libro riguroso y fundamentado, luego de medio siglo de espera, se presenta en primera plana el ingrediente principal de esta terapia: la Fenomenología como método y visión de mundo. No es una disciplina fácil, en parte porque necesita de un lenguaje procesal y nuestro lenguaje común no lo permite, y en parte porque surge en medio del auge del positivismo cientificista imperante desde los inicios de la Revolución Industrial. Con todo, es el método de conocimiento original del ser humano, como se puede comprobar en las etapas preverbales de la niñez. Sus alcances en todos los ámbitos de la acción humana, desde la psicoterapia, la sociología y demás disciplinas, aún no se terminan de descubrir en su totalidad. Este libro será un buen texto para profundizar este camino. “Este es un libro sorprendente, en parte porque los gestaltistas no lo esperaban y en parte porque muestra a la Gestalt como una psicoterapia absolutamente fenomenológica y con ello la sitúa de lleno en el contexto y lugar que siempre debió tener: la única psicoterapia que no divide a la persona”. Adriana Schnake Manao, Chiloé “…espléndido, riguroso, didáctico también, por la congruencia y limpieza que destila su rastreo por los conceptos y prácticas de la Terapia Gestalt, que los autores pulen, actualizan y completan con rigor y mimo. Hacen de la filosofía un ejercicio de saber vivo, como la fenomenología misma. Leyéndolo, me reenamoro de la Gestalt y de la vida”. Isabel Serrano Albacete, La Mancha

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Femenologia

FENOMENOLOGIA E GESTALT-TERAPIA

REFERÊNCIA
MÜLLER-GRANZOTTO, Marcos José & Rosane Lorena. Fenomenologia e Gestalt-terapia. São Paulo: Summus, 2007. 366p.

QUARTA CAPA
Apoiados num vigoroso estudo sobre a gênese e emprego fenomenológico da noção de gestalt, os autores dissertam sobre a construção da teoria que consagrou a Gestalt-terapia simultaneamente como uma disciplina fenomenológica e como uma das mais importantes formas de intervenção clínicas da atualidade, precisamente, a teoria do self. O livro esclarece como, para os fundadores da Gestalt-terapia, o sujeito descrito na teoria do self é uma ocorrência de campo; e a neurose um ajustamento criador em que, paradoxalmente, a subjetividade procura se apartar daquilo que, nela mesma, é outro. Além disso, traz uma leitura fenomenológica das compreensões diagnósticas e dos modos de intervenção que fazem da clínica gestáltica uma ética, uma abertura à manifestação do outro.

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Psicosi e creacion

PSICOSIS Y CREACIÓN

REFERÊNCIA
MÜLLER-GRANZOTTO, Marcos José & Rosane Lorena. Psicosis y Creación. São Paulo: Summus, 2013. 455p.

QUARTA CAPA
Distinguir a las psicosis del brote es el objetivo de esta nueva producción del matrimonio Müller-Granzotto. Con base en un estudio sobre las clínicas psiquiátricas fenomenológicas y sobre las clínicas lacanianas de la psicosis, los autores amplifican las hipótesis de Perls, Hefferline y Goodman respecto a las psicosis como ajustes creadores, invitándonos a reflexionar sobre la relación entre las demandas de la sociedad de consumo y las reacciones extrañas y desesperadas producidas por los sujetos excluidos de las relaciones de poder.

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bipoder

BIOPODER

REFERÊNCIA
MÜLLER-GRANZOTTO, Marcos José & Rosane Lorena. Biopoder, Totalitarismo y la Clínica del Sufrimiento. São Paulo: Summus, 2013. 319p.

QUARTA CAPA
Sea en los consultorios particulares, en los ambulatorios o en las unidades de salud, los profesionales de la salud en general, comprenden que los síntomas son no apenas disfunciones anatomofisiológicas, más también indicios de una vulnerabilidad ética, social y antropológica. Con base en las filosofías políticas de Merleau-Ponty, Michel Foucault, Giorgio Agamben y otros, en este libro, sus autores amplifican las hipótesis de Perls, Hefferline y Goodman con respecto a la posibilidad de una clínica gestáltica del sufrimiento, invitándonos a reflexionar sobre ¿Cómo acoger a las víctimas del capitalismo consumista sin comprometerse con las estrategias de reconducción de dichos sujetos a las leyes del mercado consumidor? ¿Puede el psicólogo, así como los demás profesionales del área de la salud y de la asistencia social, inclusive los que militan a favor de la salud colectiva, ayudar a los sujetos en situación de vulnerabilidad a construir alternativas de vida frente a las demandas sociales de alienación en el mercado de consumo?

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Psicose e sofrimento

PSICOSE E SOFRIMENTO

REFERÊNCIA
MÜLLER-GRANZOTTO, Marcos José e Rosane Lorena. Psicose e Sofrimento. São Paulo: Summus, 2012. 460p.

QUARTA CAPA
Distinguir as psicoses das diferentes modalidades do sofrimento ético-político e antropológico – dentre elas o surto – é o objetivo desta nova produção do casal Müller-Granzotto. Com base em um estudo sobre a psiquiatria fenomenológica e sobre as clínicas lacanianas da psicose, bem como sobre as filosofias políticas de Merleau-Ponty, Michel Foucault e Giorgio Agamben, os autores ampliam as hipóteses de Perls, Hefferline e Goodman a respeito da psicose e do sofrimento como ajustamentos criadores, convidando-nos a refletir sobre a relação entre as demandas da sociedade de consumo e as respostas estranhas e desesperadas produzidas pelos sujeitos excluídos das relações de poder.

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psico

INCLUSÃO PSICOSOCIAL NA CULTURA

REFERÊNCIA

MÜLLER, Marcos José (ORG). 2014. INCLUSÃO PSICOSSOCIAL NA CUTURA. Florianópolis, Insttuto Müller-Granzotto, 142p.

QUARTA CAPA

Frequentar o cotidiano dos que fazem – das tarefas domésticas, dos acidentes da geografia, das vulnerabilidades do corpo e da cidadania – narrativas de esperança sem meta, pantomimas da própria existência, desenho e melodia da própria singularidade, registro imagético de uma plasticidade sem princípio ou destino foi, para nós, sob certo ponto de vista, ir ao encontro da arte, lá onde arte é sinônimo de resistência às formas de vida da cultura do consumo. Mas também foi a ocasião de compreender a

maneira virtuosa e criativa como o fazer artístico construiu, mais que obras, amizades e uma cultura solidária em torno do que está à margem dos modos de produção baseados na troca e no endividamento.

clinicas

CLÍNICAS GESTÁLTICAS – O SENTIDO ÉTICO, POLÍTICO E ANTROPOLÓGICO DA TEORIA DO SELF

REFERÊNCIA

MÜLLER-GRANZOTTO, Marcos José & Rosane Lorena. CLÍNICAS GESTÁLTICAS – O sentido ético, político e antropológico da teoria do self. São Paulo: Summus, 2012. 304p.

QUARTA CAPA
Nesta obra, propõe-se uma ampliação da clínica gestáltica tradicional (restrita à neurose), visando às novas configurações éticas, políticas e antropológicas dos sujeitos modernos – o que inclui os comportamentos psicóticos, aflitivos, banais e antissociais. Conforme o casal Müller-Granzotto, intervir clinicamente significa oferecer, aos interlocutores, a possibilidade de um desvio no ponto de vista sobre a experiência, inclusive nas situações de vulnerabilidade. Tal desvio favorece o surgimento daquilo que nenhuma teoria pode antecipar, precisamente, os ajustamentos inéditos produzidos pelos consulentes face às diferentes variáveis psicossociais nas quais eles estão engajados ou às quais estão submetidos.

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Merlau acerca

MERLEAU-PONTY ACERCA DA EXPRESSÃO

REFERÊNCIA

MÜLLER,Marcos José. Merleau-Ponty acerca da expressão. Porto Alegre. Edipucrs. 2001 (366p).

Este livro trata da filosofia de Maurice Merleau-Ponty, que é uma reflexão nos fenômenos considerados a partir das experiências às quais estamos indissociavelmente vinculados. Ela não toma por base a “verdade” que algum pensamento presuma existir, mas o nascimento dos fenômenos junto às partes de nosso corpo e junto aos dados sobre os quais este se aplica. A despeito da tradição cartesiana, que não reconhece, nas experiências, senão eventos subsidiários de nossa existência, Merleau-Ponty admite, nelas, um poder criador. Os fenômenos são as totalidades desencadeadas por esse poder. E a expressão é o nome com o qual Merleau-Ponty designa a esse poder. Mas em que termos a reflexão filosófica pode tomar por base a experiência? Em que medida, assim procedendo, ela esclarece a capacidade da experiência para exprimir fenômenos?

Tanto quanto os fenômenos percebidos, os pensamentos não prescindem de partes sensíveis, muito especialmente, das partes que são nossos dispositivos anatômicos. Ainda que disponhamos de pensamentos já falados e quase-silenciosamente conservados, nunca os retomamos senão por meio de gestos verbais que os venham transformar em benefício de novos pensamentos. E é em função dessa indeclinável gestualidade de nossos pensamentos que o discurso merleau-pontyano pode pretender refletir nos fenômenos a partir da experiência. Tal como Schelling – que compreende, na finitude da reflexão, o princípio no qual a filosofia deve se pautar para refletir na natureza finita -, Merleau-Ponty vislumbra, na inexorável gestualidade do pensamento, o ponto de tangência entre a reflexão e as demais experiências de nossa existência. A experiência do pensamento é um caso do poder expressivo que habita nossas demais experiências. E os pensamentos expressos, a manifestação analógica dos demais fenômenos. Um modelo quase-leibniziano, não fosse a diferença de que as experiências expressivas, para Merleau-Ponty, não estão harmonizados de antemão.

Mas se as experiências expressivas não estão harmonizadas de antemão, o que propriamente assegura a analogia entre os diversos fenômenos? Merleau-Ponty procura responder a essa interrogação identificando a expressividade de nossas experiências à constituição temporal de nossa subjetividade. A expressividade (ou implicação espontânea das partes) de nossa experiência não se distingue da co-presença de nossa espacialidade inatual junto a nossa espacialidade efetiva. Ou, então, a expressividade de nossa experiência é um “ponto de fuga” de nossa materialidade, por cujo meio ligamo-nos àquilo que não pode mais ser atualizado. Trata-se de um movimento “extático”, na forma do qual inauguramos um horizonte de escoamento e um horizonte de expectativas, estabelecendo assim nossa unidade subjetiva. Eis por que razão, acredita Merleau-Ponty, cada experiência expressiva é o análogo de todas as outras; e as totalidades por elas expressas, o sistema de equivalência que é nossa vida. Mas, a introdução da idéia de subjetividade não implica admitir, para as diversas experiências e respectivos fenômenos, um princípio equivalente ao Deus de Leibniz, cuja capacidade para se representar instituiria o universo? A analogia entre as experiências e a equivalência entre os fenômenos expressos, porquanto são a conseqüência de uma subjetividade expressiva, não remontam à idéia de um universo harmonicamente estabelecido, em que cada fenômeno, ao reeditar o poder de representação da subjetividade expressiva, “representa” os demais? A expressão merleau-pontyana não é, enfim, uma teoria da representação ampliada, na qual se admite, para a experiência, um poder de reflexão que os cartesianos – à exceção de Leibniz – só reconhecem para o pensamento? No presente trabalho investigamos a pertinência dessas suspeitas. Conforme acreditamos, são elas que determinam o limite da teoria merleau-pontyana da expressão, bem como estabelecem a necessidade de uma revisão que, entretanto, a morte precoce de Merleau-Ponty deixou inacabada.

ABSTRACT

This work deals with Merleau-Ponty’s philosophy, which is a reflection on phenomena that spring from those experiences one is inseparably attached to. Merleau-Ponty’s philosophy is not based on the assumed “truth” that presumes thought exists, but, contrariwise, bases itself on the springing of the phenomena in parts of one’s body and on those data to which the later applies to. In spite of the Cartesian tradition which doesn’t recognise experiences as but ancillary events of one’s existence – Merleau-Ponty grants them a creative power. Phenomena are totalities released by such a power. Merleau-Ponty names this powerexpression. But, on which terms can the philosophical reflection take experience as a base? In which measure, by so doing, can it explain experience’s meaningfulness?

As much as perceived phenomena, thoughts do not do without sensitive parts, most specially the ones which belong to one’s anatomical constituent parts. Although one has available already-spoken as well as almost-silently-kept thoughts, one never resumes them, but by means of verbal gestures which transform them in benefit of new thoughts. And it is in function of such unavoidable “gesturety” of one’s thoughts that the Merleau-Pontyan discourse can ponder on phenomena from experience. As much as Schelling – who sees in the shortcomings of reflection itself the principle to which philosophy must adhere in order to reflect on finite nature – Merleau-Ponty glimpses in the inescapable gestural nature of thinking the meeting point of reflection and of other experiences of one’s existence. To experiment a thought is to realise the expressive power which dwells in all of one’s experiences; the expressed thought being the analogical manifestation of all other phenomena. A near-Leibnitzean pattern indeed, were it not for the difference that, for Merleau-Ponty, phenomena are not harmonised beforehand.

But, if phenomena are not harmonised beforehand, what, then, ensures analogy? Merleau-Ponty tries to answer that question by conforming the meaningfulness (expressivity) of one’s experiences to one’s subjectivity’s set-up as time. The spontaneous implication of parts of one’s experience doesn’t differ from the co-presence of one’s non-actual “spaciality”and one’s actual spacialityIt’s a question of a “convergence point of our corporeity, by means of which we bind ourselves to that that can no more be actual. Or, simply, it is a question of an “ecstatic “ movement under whose shape one forms one’s subjectivity unity. That’s why, believes Merleau-Ponty, each expressive (meaningful) experience is the analogue of all other ones; and the totalities expressed by them are an equivalence system, i.e., one’s own life. But wouldn’t the introduction of the idea of subjectivity for all phenomena imply a principle which would be equivalent to Leibniz’ God, whose ability to represent himself would institute the universe? Doesn’t the analogy between experiences and the equivalence of expressed phenomena – since they are consequential to an expressive subjectivity – go back to the idea of a harmoniously established universe in which each phenomenum, by repeating the representational power of the expressive subjectivity, “stands for” all others? Isn’t Merleau-Ponty‘s expression, then, a theory of the amplified representation in which one concedes to experience a power of reflection which Cartesians – Leibniz excepted – concedeto thought only? This work delves into the appropriateness of such suspicions . As we believe, they determine the limit of Merleau-Ponty’s expression theory and they point, as well, to a necessary revision of it, which untimely Merleau-Ponty’s death left unfinished.

Muller & Muller © 2014